Coluna do Fiscaliza
Descompasso entre o setor público e o privado afeta munícipes e merece atenção.
O equilíbrio entre os três poderes, como tão conhecido, não é suficiente para o Alto Tietê. Precisamos ir além: encontrar a harmonia com o setor privado vislumbrando a simetria de interesses.
De acordo com as experiências sociais, vislumbramos a dura realidade enfrentada não só no Alto Tietê, mas mundialmente.
É evidente que tenhamos desarmonia até mesmo entre o próprio ente público ou entre os próprios entes privados, porém, o que fica claro é a dependência de um pelo outro, direta ou indiretamente.
Incentivar as empresas na adoção de práticas de Responsabilidade Social Corporativa (RSC) que vão além da simples filantropia e se aprofundem em ações que tragam benefícios diretos e duradouros para a comunidade é essencial, e isso pode incluir programas de educação, saúde, inclusão social, apoio a pequenos negócios locais, e até mesmo essa situação do Natal seria facilmente resolvida com diálogo, transparência e demonstrativos do benefício social, empresarial e da própria gestão envolvida de forma PLANEJADA, ORDENADA E HARMÔNICA.
Na minha percepção, quando se tira a oportunidade de somatória com o setor privado, uma grande lacuna se abre e o retrocesso é certo, até porque não podemos nos esquecer que a receita municipal depende dos recolhimentos do comércio local, por exemplo, e que o setor privado de modo geral, emprega pessoas da região.
Todo exposto acima não significa dizer que o setor público será escravo, mas que o equilíbrio deve prevalecer e promover cultura, emprego, lucro (por que não?), educação e desenvolvimento.








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