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Mogi das Cruzes,10/04/2026

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Nova lei obriga identificação de fiação aérea por cores em Suzano

Câmara de Suzano
Nova lei obriga identificação de fiação aérea por cores em Suzano Foto de divulgação

Nova lei obriga identificação de fiação aérea por cores em Suzano

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A lei 5.750/2026, publicada esta semana no Diário Oficial Eletrônico do Município, obriga a identificação da fiação aérea em postes de uso compartilhado em Suzano por meio de cores, por empresas prestadoras de serviços de telefonia, comunicação, internet, TV a cabo, transmissão de dados e outros serviços públicos ou de interesse coletivo. A legislação foi apresentada na Câmara pelo vereador Jaime Siunte (Avante) no mês passado e aprovada pelos demais parlamentares.


De acordo com a lei, toda fiação deve estar visivelmente identificada com etiquetas plásticas resistentes, anéis, braçadeiras ou tarjas coloridas a cada cinco ou dez metros, indicando o nome da empresa e o Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ). A Prefeitura poderá estabelecer a adoção de padrões de cores específicas de cada operadora, para facilitar a identificação, por meio de regulamentação.


A legislação determina que as empresas devem manter suas fiações adequadamente tensionadas e organizadas, instaladas com segurança, sem obstruir a via pública, sem cruzamento ou sobreposição com outras redes e os cabos inativos cortados ou em desuso integralmente removidos.


Cabe à concessionária de energia elétrica notificar as empresas ocupantes de sua infraestrutura sobre a necessidade de regulamentação da fiação e informar o Executivo a cada bimestre sobre os nomes das empresas notificadas e as providências adotadas. A lei estabelece o prazo de 180 dias para que as empresas adequem suas redes.


“A crescente demanda por serviços de telecomunicações e o aumento do número de cabos instalados em postes têm gerado problemas que afetam diretamente a segurança, a estética urbana e a eficiência na manutenção das redes”, escreveu Jaime Siunte na justificativa do projeto. Ele ainda argumentou que a falta de identificação clara dificulta a fiscalização, a manutenção e trazem riscos de acidentes e prejuízos para a população.




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